segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
consenso entre ladrões
João Manuel Faleiro Paixão
O óbito anunciado
ou:
A pocilga pariu um porco
O antigo primeiro ministro que vendeu este País outrora soberano, à chamada Europa dos milhões, o desnaturado filho do antigo dono do posto de abastecimento de combustível de Boliqueime, o antigo professor de economia com ficha na PIDE assinada por si, o antigo accionista da SLN, a quem o antigo e velho amigo Oliveira e Costa sobrevalorizou acções compradas a crédito de amigo, este antigo economista cujo património imobiliário muito cresceu sem ao que se saiba ter havido outros Euro milhões, este antigo funcionário (?) da CGD que ao que parece mantém a pensão, este antigo militar que mobilizado para a guerra colonial cumpriu o seu dever como tantos milhares de filhos do Povo,levando a Maria como namorada e o mini para não andar a pé nos trilhos Africanos, este antigo, tão antigo, que já passou a fase de senilidade, hoje veio a mando da Junta médica fazer a prova da baixa por motivos psiquiátricos.
Disse-nos entre outras coisas que o 25 de Abril já fez 40 anos, que há liberdade, que apelou a um consenso entre ladrões nacionais e estrangeiros, e que a entrada nos mercados será dura, disse-nos entre tudo o que não disse, que há um Novo Ano de 2014, e parece que não dizendo, disse que os ladrões continuam os mesmos, que o governo e o inquilino de Belém estão juntos nesta cruzada, e a Constituição podre de velha ou o palácio Raton não serão obstáculos ao esforço de ajustamento financeiro.
Eu, que confesso já não ter pachorra para “cargas de ossos” fora de prazo, vindas de Belém ou outro antro, só me restou o ámen antes de acabar de ouvir A Portuguesa.
Ao já antigo desmancha prazeres das noites de Ano Novo, só me resta pedir-lhe que junto da já antiga Maria, antiga professora primária com uma antiga reforma de miséria, façam um uso regrado das lareiras de Belém, não voltem a incomodar um País já farto de “Pimbalhada”, faça isto,nem que seja a bem da Nação.
2014-01-01
João Paixão
A pocilga pariu um porco
O antigo primeiro ministro que vendeu este País outrora soberano, à chamada Europa dos milhões, o desnaturado filho do antigo dono do posto de abastecimento de combustível de Boliqueime, o antigo professor de economia com ficha na PIDE assinada por si, o antigo accionista da SLN, a quem o antigo e velho amigo Oliveira e Costa sobrevalorizou acções compradas a crédito de amigo, este antigo economista cujo património imobiliário muito cresceu sem ao que se saiba ter havido outros Euro milhões, este antigo funcionário (?) da CGD que ao que parece mantém a pensão, este antigo militar que mobilizado para a guerra colonial cumpriu o seu dever como tantos milhares de filhos do Povo,levando a Maria como namorada e o mini para não andar a pé nos trilhos Africanos, este antigo, tão antigo, que já passou a fase de senilidade, hoje veio a mando da Junta médica fazer a prova da baixa por motivos psiquiátricos.
Disse-nos entre outras coisas que o 25 de Abril já fez 40 anos, que há liberdade, que apelou a um consenso entre ladrões nacionais e estrangeiros, e que a entrada nos mercados será dura, disse-nos entre tudo o que não disse, que há um Novo Ano de 2014, e parece que não dizendo, disse que os ladrões continuam os mesmos, que o governo e o inquilino de Belém estão juntos nesta cruzada, e a Constituição podre de velha ou o palácio Raton não serão obstáculos ao esforço de ajustamento financeiro.
Eu, que confesso já não ter pachorra para “cargas de ossos” fora de prazo, vindas de Belém ou outro antro, só me restou o ámen antes de acabar de ouvir A Portuguesa.
Ao já antigo desmancha prazeres das noites de Ano Novo, só me resta pedir-lhe que junto da já antiga Maria, antiga professora primária com uma antiga reforma de miséria, façam um uso regrado das lareiras de Belém, não voltem a incomodar um País já farto de “Pimbalhada”, faça isto,nem que seja a bem da Nação.
2014-01-01
João Paixão
no centro-esquerda, quanto mais na esquerda
Alfredo Barroso
JORNAIS DE DIREITA JÁ SÃO PRATICAMENTE TODOS NESTE POBRE PAÍS
Infelizmente, os jornais de direita reproduzem-se neste país como cogumelos venenosos. Agora são os empresários «cavaquistas» António Carrapatoso e Alexandre Relvas a dar uma mais uma «achega», com um novo jornal on-line. Como se sabe, os empresários politicamente comprometidos e activistas de direita pagam bem pela defesa (com «objectividade» e «isenção», pois claro!) dos seus interesses particulares, políticos, económicos e financeiros.
Reparem que já não há um único (repito: um único) grande jornal (diário ou semanário) que se situe no centro-esquerda, quanto mais na esquerda. E são cada vez menos os jornalistas que se batem pela isenção e independência da sua profissão. O lema parece ser: «O que nós queremos é dinheiro, viva a 'troika' e que se lixe a esquerda, porque do lado dela não 'pinga' nada»!
É uma tristeza ver as televisões privadas cada vez mais encostadas a este poder do dia - arrogante, aldrabão, insensível, incompetente e cruel. Só a TVI 24 constitui verdadeira excepção, não apenas graças à coragem e lucidez da jornalista Constança Cunha e Sá (que nem é propriamente de esquerda) mas também graças à panóplia de comentadores políticos a que tem recorrido. Digamos que o Portugal de hoje, tão medíocre, empobrecido e resignado, tem os políticos e os jornalistas que merece...
Reparem que já não há um único (repito: um único) grande jornal (diário ou semanário) que se situe no centro-esquerda, quanto mais na esquerda. E são cada vez menos os jornalistas que se batem pela isenção e independência da sua profissão. O lema parece ser: «O que nós queremos é dinheiro, viva a 'troika' e que se lixe a esquerda, porque do lado dela não 'pinga' nada»!
É uma tristeza ver as televisões privadas cada vez mais encostadas a este poder do dia - arrogante, aldrabão, insensível, incompetente e cruel. Só a TVI 24 constitui verdadeira excepção, não apenas graças à coragem e lucidez da jornalista Constança Cunha e Sá (que nem é propriamente de esquerda) mas também graças à panóplia de comentadores políticos a que tem recorrido. Digamos que o Portugal de hoje, tão medíocre, empobrecido e resignado, tem os políticos e os jornalistas que merece...
O espectáculo proporcionado pela sub-elite atenta, veneradora e interesseira, desfilando pelas televisões em defesa da necessidade do corte nas pensões e do sentido de responsabilidade em geral, que enunciam com gravidade, inchados de ciência, invariavelmente alinhados com os donos de tudo, e de eles também, enche-me de melancolia. A Europa deixou de querer ser uma comunidade de destino. Mas nós, tudo o indica, também. Aqui vale o que não vale em nenhum recanto civilizado do mundo. O saque ignominioso dos mais fracos é a nossa bancarrota moral. Aos árbitros dos sacrifícios importa perguntar: tudo isto em nome de quê? Refiro-me a Portugal.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
jornalmunicipal

Fui entrevistado para o Jornal Municipal de Setúbal, da Câmara Municipal de Setúbal. Podem ler a entrevista na página na página 25, onde o Tio Rex também tem destaque, participando na mesma entrevista, assim como o Nuno Neves:
http://www.mun-setubal.pt/temps/quiosque/12_26_13_14_jm_setoutnov13.pdf
http://www.mun-setubal.pt/temps/quiosque/12_26_13_14_jm_setoutnov13.pdf
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